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16 de jun. de 2020

Joaninha ❤️🐞

Quando eu tinha 10 anos, fui ao shopping com meu pai e tinha uma loja de brinquedos perto da entrada. Em exposição na parte de cima da loja tinha uma Joana gigaaaaante! Foi amor à primeira vista! Falei ao meu pai que meu sonho era ter uma Joanona daquela. Enfim, o passeio continuou e aquilo passou.

No fim de semana dele seguinte, meu pai me trouxe uma Joaninha igualzinha aquela, só que de tamanho reduzido, hehe. Ele disse: "Não tenho condições de comprar aquela gigante, mas comprei esta pra você!". Me senti tão feliz! Pra mim foi um significado tão grande que o tamanho da Joana não importou.

Tenho um carinho tão grande por essa bichinha que foi o único treco de pelúcia que não tive coragem de me desfazer e está comigo há pouco mais de duas décadas! ❤️

9 de mai. de 2020

Texto: Tudo vai passar...

Eles vão crescer e dispensarão nosso colo.

Vai chegar a fase em que os amigos serão mais importantes que os pais.
Que nossas demonstrações de afeto em público serão consideradas um grande ‘mico’.
Que em vez de torcermos para que eles durmam,
torceremos para que cheguem logo em casa.
Que não se interessaram mais pelos velhos brinquedos.
Que o alvoroço na hora do almoço vai dar lugar a calmaria.
Que os programas em família serão menos atrativos que os churrascos com a turma.
Que dirão coisas tão maduras que nosso coração irá se apertar.
Que começaremos a rezar com muito mais frequência.
Que morreremos de saudade dos nossos bebês crescidos…

Por isso… Viva o agora. Releve as birras. Conte até 10.
Faça cosquinhas, conte histórias, dê abraço de urso.
Deite ao lado deles na cama.
Abrace-os quando tiverem medos.
Beije o machucado (sim, beijo de mãe cura de verdade).
Solte pipas, brinque de boneca. Faça gols, comemore.
Divirta-se, acorde cedo nos domingos para aproveitar mais o dia.
Rezem juntos.
Estimule-os a cultivar amizades.
Faça bolos. Carregue-os no colo.
Faça com que saibam o quanto são amados.
Passe o máximo do tempo possível juntos.
Assim, quando eles partirem para seus próprios voos,
você ainda terá tudo isso guardado no coração.

Autora: Cinthia Moralles

5 de nov. de 2018

A criança e a Arte

Vemos todos os dias um número considerável de crianças nascendo neste planeta. São filhos do acaso? Simples rebentos sem nenhum projeto de vida?

Observando cada um deles, percebemos que trazem uma bagagem de conhecimentos das mais diversas áreas. Precisamos sondá-los para descobrir seus talentos.

Certamente estão chegando ao mundo para melhorarem-se e fazerem melhorar, ou seja: para aprender e ensinar.

No campo da arte em suas diferentes manifestações: mímica, dança, música, artes plásticas entre inúmeras outras tendências, os vemos desde tenra idade, demostrarem habilidades ainda latentes, adormecidas por não as terem ainda desenvolvido.

Ofereça à criança lápis e papel e veja do que ela é capaz. Não julguemos a beleza da obra, mas seu significado é surpreendente. Dê à ela oportunidade de sentir sons, apresente à ela instrumentos musicais, imediatamente ela se identifica com esta fonte de energia e logo se envolve. Ela dança, ela pula, ela canta e observe que há harmonia na composição dos seus movimentos, da sua dinâmica em produzir sons e acompanhar o ritmo. Ela cria, ela faz.

E nós, o que estamos fazendo para ajudá-la? Precisamos expô-la à presença de instrumentos musicais, de sons e boa música.

Qual será a boa música? Lenta, agitada? Não importa, ela fará sua escolha.

O importante é a qualidade da sua letra.

A letra, por simples que seja deve trazer uma mensagem que eleva, com ensinamentos, com alegria, que instrui e traz bons momentos.

Permitamos que desde cedo ela seja apresentada às artes, favorecendo um convívio sadio. Sejamos exemplos, pois sabemos que ela nos têm como espelho e nos imita. Vamos dar à ela fonte segura para se desenvolver, para fazer boas escolhas e encontrar seu real talento.


Autora: Celia Terni Lucchini

20 de set. de 2018

Sequilho com goiabada


"Criei o costume de toda semana comprar sequilho com goiabada na padaria perto daqui de casa. Comê-lo bebendo um café sem açúcar tornou-se, sem exagero, um dos momentos mais deliciosos da semana. Mas a goiabada me incomodava. Não necessariamente ela, mas sua pouca quantidade. Era um pingo no meio do sequilho.

Reclamei na padaria, chamei o padeiro de usura e tudo mais.

Outro dia, voltando do trabalho, passei pela padaria e, pra minha sorte, disseram que havia um sequilho especial pra mim. Lá estava o meu sonho num sequilho de um real. Quase que completamente coberto de goiabada.

Chegando em casa, preparado o café e toda a ritualística necessária para consumir o apetecível sequilho, ocorreu que não comi nem a metade. Enjoei na segunda mordida. Doce demais, chegava a dar náuseas.

Dia seguinte, cheguei na padaria e lá estava: outro sequilho coberto de goiabada. Me ofereceram e, por vergonha de dizer que odiei o do dia anterior, comprei. Em casa, raspei toda a goiabada e comi.

O proble, o inferno, não era a goiabada nem o padeiro, era eu. Fui eu quem, amando o que amava, queria do meu jeito, sem entender que eu gostava do jeito que era, porque se do meu jeito fosse, eu rejeitaria, enjoaria e até tentaria fazê-lo voltar a ser como era.

Assim fazemos com as pessoas também. No início as amamos como são, depois que estão conosco começamos a criticar, tentamos mudá-las, tentamos "colocar do nosso jeito", sem saber que nosso jeito são nossas projeções, pessoas que não existem, e que se existissem, enjoaríamos delas.

Transformamos para descartar, porque quando aquela pessoa muda, muito provavelmente quem gostávamos não está mais lá.

Esta semana voltei à padaria, pedi o sequilho sem goiabada e mandei avisar ao padeiro que a receita original dele é que era boa e não a minha versão."

(Autor desconhecido - Texto recebido via WhatsApp)
Fonte da imagem: https://br.pinterest.com/pin/467811480022143464

20 de fev. de 2018

A música de um poema

Em cada poema se guarda uma música.
De cada música se sai um poema.

Palavras iguais exalando melodia.
Notas em cada letra, em cada vírgula.
Tudo em uma só harmonia, com uma só rima.

Escute a música, sinta a letra.
Todas retiradas de um coração,
Pra chegar a todos que sabem acolher a poesia de uma canção.

Autor: Rodolfo Rodrigues

16 de fev. de 2018

Você é Hands On?

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: - Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: - In a hurry!
Seu Borges: - Saúde.
Fabiana: - Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: - E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: - O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: - Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: - Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: - Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: - E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: - Como assim?
Fabiana: - É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: - Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: - Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: - Futuro? Que futuro?
Fabiana: - É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: - Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: - Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: - Hã?
Fabiana: - Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: - Claro que sou!
Fabiana: - Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
- Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
- E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente super qualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas super qualificadas não resolvem simples problemas!

Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática, energia, criatividade e estava fazendo pós-graduação... ... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados e ele foi embora feliz da vida.

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz:

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

As Empresas e seus Gestores precisam decidir que tipo de profissional elas necessitam: Aqueles que Resolvem os problemas ou aqueles que impressionam e não resolvem nada.

O interessante é conciliar estes dois profissionais em um só, portanto valorizem as pessoas que trabalham com você ou para você, criem possibilidades, oportunidades e desafios que condizem com elas, o mercado do trabalho agradece.

Autor: Max Gehringer

12 de nov. de 2017

Conto: Pixaim

Por Cristiane Sobral

Rio de Janeiro. Qualquer dia da semana num tempo que passa morno, sem novidades. Num bairro distante no subúrbio da zona oeste, uma criança negra de dez anos e pequenos olhos castanho-escuros meio embaçados pelo horizonte sem perspectivas é acusada injustamente. Em meio ao espanto, descobre que existem pessoas descontentes com a sua maneira de ser e decide lutar para manter intactas as suas raízes.

Os ataques começaram quando fui apresentada a uns pentes estranhos, incrivelmente frágeis, de dentes finos, logo quebrados entre as minhas madeixas acinzentadas. Pela primeira vez ouço a expressão cabelo “ruim”. Depois uma vizinha disse a minha mãe, que todos os dias lutava para me pentear e me deixar bonitinha como as outras crianças, que tinha uma solução para amolecer a minha carapinha “dura”.

Pela primeira vez foram violentadas as minhas raízes, senti muita dor, e fiquei frágil, mas adquiri também uma estranha capacidade de regeneração e de ter idéias próprias. Eu sabia que não era igual às outras crianças. E que não podia ser tratada da mesma forma. Mas como dizer isso aos outros? Minha mãe me amava muito, é verdade, mas não percebia como lidar com as nossas diferenças.

Eu cresci muito rapidamente, e para satisfazer aos padrões estéticos não podia mais usar o cabelo redondinho do jeito que eu mais gostava, pois era só lavar e ele ficava todo fofinho, parecendo algodão. Uma amiga negra que eu tinha costumava amarrar uma toalha na cabeça, e andar pela casa, fingindo que tinha cabelo liso e dizia que o sonho dela era ter nascido branca. Eu achava estranho. Não percebia como alguém poderia ser algo além daquilo que é.

Minha mãe decidiu que o meu pixainho tinha que crescer e aparecer. Lembro do pente quente que se usava na época, para fazer o crespo ficar “bom”, e da marca do pente quente que tatuou meu ombro esquerdo, por resistir àquela imposta transformação. Era domingo, íamos todos a uma festa, e eu tinha que ficar bonita como as outras. No caminho, caiu uma chuva, dessas de verão, e em poucos minutos, houve o milagre, pois a água anulou o efeito do pente. Eu chorava porque achava que o meu cabelo nunca voltaria ao normal, e minha mãe ficou brava porque eu estava parecendo comigo, de um jeito nunca antes visto!

Por um tempo tive paz. Fazia o que bem entendia com meus fios, mas sabia que algo estava sendo preparado. A tal vizinha apareceu lá em casa dizendo que viajaria por uns dias, mas que quando voltasse traria um produto para dar jeito no meu rebelde. Lamentava o fato de que eu não era tão escurinha, mas tinha um bombrilzinho! Dormi com medo. Sonhei com uma família toda pretinha e com uma vó que me fizesse tranças como aquelas que eu vi numa revista, cheias de desenhos na cabeça, coisa que só a minha carapinha permitia fazer...Mas minha mãe não sabia nada dessas coisas...

O henê era um creme preto muito usado pelas negras no subúrbio do Rio de Janeiro, que alisava e tingia os crespos. A propaganda da embalagem mostrava uma foto de uma mulher negra sorridente com as melenas lisas. Só que o efeito do produto não era eterno, logo que crescesse um cabelinho novo, era necessário reaplicar o creme, dormir com bobies, fazer touca, e outras ações destinadas a converter o cabelo “ruim”, em “bom”. O produto era passado na cabeça bem quente e mole, mas quando esfriava endurecia. Uma hora depois, a cabeça era lavada com água fria em abundância até a sua total eliminação.

Jamais esquecerei a minha primeira sessão de tortura. Era um bonito dia de sol e céu azuladíssimo. Eu brincava no quintal distraída quando ouvi o chamado grave de minha mãe, já com a panela quente nas mãos, e pensei com pavor na foto da mulher com cabelo alisado. Nesse momento tive a certeza de que mamãe queria me embranquecer! Era a tentativa de extinção do meu valor! Chorei, tentei fugir e fui capturada e premiada com chibatadas de vara de marmelo nos braços. Fim da tentativa inútil de libertação. Sentei e deixei o henê escorrer pelo pescoço enquanto gelava por dentro, até sentir a lâmina fria da água gelada do tanque de concreto penetrando em meu couro cabeludo. Depois, já era tarde, minha mãe encheu minha cabeça de bobies. Segui inerte. Chorei insone aprisionada pelos bobies amarrados na cabeça, sentindo uma imensa dor e o latejar dos grampos apertados.

Dia seguinte. Minha mãe me chamou inesperadamente carinhosa e me colocou frente ao espelho. Pela primeira vez disse:

- Você está bonita! Pode brincar, mas não pule muito para não transpirar e encolher o cabelinho.

Eu olhei e não acreditei. Já tinha a expressão da mulher da caixa de henê. Chorei pela última vez e jurei que não choraria mais. Porque era tão difícil me aceitar? Dei adeus aquilo que jamais consegui ser, me despedi silenciosamente da menina obediente, e comecei a me transformar.

Os vizinhos ficaram felizes com a confirmação da profecia. Diziam que preto não prestava mesmo. Todo mundo se sentia no direito de me dar uns tapas, para me corrigir, para o meu bem. Eu era tudo de péssimo, ingrata, desgosto da mãe, má, bruxa. Meus irmãos também colaboravam me chamando de feia, bombril, macaca. Era o fim.

Eu já não resistia e comecei a acreditar no que diziam. Todos os dias eram tristes e eu tinha a certeza de que apesar do cabelo circunstancialmente “bom”, eu jamais seria branca. Foi aí que eu tive uma inesperada luz. Minha mãe queria me embranquecer para que eu sobrevivesse a cruel discriminação de ser o tempo todo rejeitada por ser diferente. Percebi subitamente que ela jamais pensara na dificuldade de ter uma criança negra, mesmo tento casado com um homem negro, porque que ela e meu pai tiveram três filhos mestiços que não demonstravam a menor necessidade de serem negros. Eu era a ovelha mais negra, rebelde por excelência, a mais escura e a que tinha o cabelo “pior”. Às vezes eu acreditava mesmo que o meu nome verdadeiro era pixaim.

O negro sempre foi para mim o desconhecido, a fantasia, o desejo. Cresci tentando ser algo que eu não conhecia, mas que intuitivamente sabia ser meu, só meu. O meu cabelo era a carapaça das minhas idéias, o invólucro dos meus sonhos, a moldura dos meus pensamentos mais coloridos. Foi a partir do meu pixaim percebi todo um conjunto de posturas que apontavam para a necessidade que a sociedade tinha de me enquadrar num padrão de beleza, de pensamento e opção de vida.

Quinze anos depois, em Brasília, no coração do planalto central, é segunda-feira, dia de começos. Uma mulher madura de olhar doce e fértil vê sua imagem no espelho e ajeita com cuidado as tranças corridas, contemplando com satisfação a história escrita em seu rosto e a beleza que os pensamentos dignos conferem à sua expressão. É uma mulher livre, vencedora de muitas batalhas interiores, que se prepara para a vida lutando para preservar a sua origem, pois sabe que é a única herança verdadeira que possui. Ela aprendeu e jamais esquecerá. A gente só pode ser aquilo que é.

Cristiane Sobral (Rio de Janeiro, 1974) é uma atriz, escritora e poeta brasileira. Estudou teatro no SESC do Rio de Janeiro, em 1989. Foi a primeira atriz negra graduada em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília. Atuou em diversos espetáculos teatrais. Estreou na literatura em 2000, publicando textos nos Cadernos Negros. Foi crítica teatral da revista Tablado, de Brasília. Mestre em Artes (UnB) com pesquisa sobre as estéticas nos teatros negros brasileiros. Membro do Sindicato dos Escritores do DF. (WIKIPÉDIA)

10 de fev. de 2017

Google Maps

O QUE É?

O Google Maps é um serviço gratuito de visualização e pesquisa de mapas e imagens via satélite, desenvolvido pela empresa Google.

É uma ferramenta excelente para encontrar qualquer lugar do mundo, obter instruções de rotas mais curtas, de qual o melhor caminho no momento para ir de um lugar ao outro, procurar estabelecimentos em um certo bairro, conferir endereços, caminhar pelas ruas, como se estivesse lá, verificar o trânsito, GPS, entre muitas outras funcionalidades.

Com o programa, você tem o mundo inteiro ao seu alcance. É possível arrastar o mapa para se deslocar de um país para o outro e usar o mouse para aumentar ou diminuir o zoom até que veja a rua.

Pode ser acessado através do maps.google.com.br ou pelo aplicativo do celular.


TRABALHANDO O GOOGLE MAPS NA ESCOLA

Esta ferramenta foi utilizada com os alunos do 2º e 3º ano. As crianças localizaram suas casas, de amigos e familiares, pesquisaram lugares pelo mundo que já foram ou que gostariam de conhecer, passearam pelas ruas do bairro e de outras cidades através do StreetView, definiram rotas da escola para casa e para outros pontos de referência da cidade de Santo André. Também pesquisaram quanto tempo levariam para ir de um lugar a outro de carro, ônibus e à pé.

Os alunos demonstraram grande interesse pelo Google Maps, pedindo até mais tempo para livre exploração.


PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS

Positivos:
  • Exploração livre;
  • Pode usá-lo pelo computador e pelo celular;
  • Prático e preciso;
  • Imagens de boa qualidade;
  • GPS inteligente.
Negativos:
  • Não é possível usar o StreetView (caminhar pela rua) em todos os lugares;

Fontes:
http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/google-maps.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Maps

24 de mar. de 2016

O tempo

"O tempo é como um rio... Você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou nunca passará novamente. Aproveite cada minuto de sua vida e lembre-se: Nunca busque boas aparências, porque elas mudam... Não procure pessoas perfeitas, porque elas não existem... Mas busque, acima de tudo, um alguém que saiba o seu verdadeiro valor."

Gustavo Aschar
;D

6 de mar. de 2016

Querer, gostar e amar...

Querer...
é se permitir encontrar dentro de si
a força que impulsiona ao trabalho
e ao crescimento espiritual.

Gostar...
É conseguir ver nas trevas da inconsequência
a luz que teima em clarear nosso ser
quando nos encontramos mergulhados
no egoísmo de nos achar melhores.

Amar...
É se abrir em faixas de luz
e abraçar sem medo
os seres que se aproximam
ansiando por aconchego.

Enfim...
Querer, gostar e amar
pe, positivamente,
evoluir.. e viver.

Do livro: Renascendo da dor, AIDS... Princípio ou fim?
;D

Valor de um sorriso

Não custa nada e rende muito. Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá.
Dura somente um instante, mas seus efeitos perduram para sempre.
Ninguém é tão rico que não precise, ninguém é tão pobre que não possa dar a todos.
Leva a felicidade a todos e a toda parte.
É o símbolo da amizade, da boa vontade.
É o alento para os desanimados, repouso para os cansados, raio de sol para os tristes, ressurreição para os desesperados.
Não se compra, nem se empresta.
Nenhuma moeda do mundo pode pagar o seu valor.
Não há ninguém que precise tanto de um sorriso, como aquele que não sabe mais sorrir.
;D

7 de nov. de 2014

Gestão de conflitos

Um textinho que passaram em uma das Formações no tempo em que fui monitora:

Você terá, mais cedo ou mais tarde, que lidar com algum tipo de conflito se tiver um relacionamento profissional ou não, com outra pessoa, em qualquer situação.

Conflito não é um mal em si. Está normalmente relacionado com todos os interesses ou ideias que são importantes para cada uma das partes envolvidas. Na realidade, surge simplesmente de diferentes pontos de vista entre duas ou mais pessoas.

Desde que duas ou mais pessoas não vêem o mundo da mesma forma, é normal o surgimento de uma controvérsia ou desacordo. Qualquer um que concordar com você o tempo todo, provavelmente estará falando aquilo que você quer ouvir e não o que ela realmente acredita. A razão básica do conflito receber o rótulo de algo ruim é devido aos aspectos emocionais que surgem com ele.

De uma forma geral, existem três principais áreas organizacionais onde pode ocorrer algum tipo de conflito. Embora existam similaridades entre essas áreas, cada uma pode apresentar diferenças dependendo do cenário onde o conflito se estabelece.

Conflito em relações interpessoais
Como as que ocorrem no ambiente interno das organizações entre seus colaboradores, gerando conflitos muitas vezes ignorados pelos gestores. Como exemplo, alguém que normalmente é alegre e otimista, e repentinamente começa a se comportar de maneira estranha e diferente, evitando contato com seus superiores, colegas e subordinados.

Conflito em reuniões ou encontros
Podem ser altamente disfuncionais para a obtenção de resultados esperados, mas também podem ser de grande valia. É bom lembrar que conflitos são simplesmente diferenças de pontos de vista sobre o mesmo objeto. Se uma pessoa apresenta um ponto de vista diferente do grupo, pode não significar uma discordância e sim uma questão relevante para ser refletida pelos demais e que poderá ser absorvida por todos. Contudo, se a pessoa passar do ponto de discordância para um ponto de irredutibilidade constante, deve-se adotar procedimentos adequados de gestão de conflitos para solucionar o impasse.

Conflito em negociações
Quando se está negociando com seus clientes, fornecedores, parceiros em alianças estratégicas, ou mesmo com seus colaboradores internos, é de suma importância manter em mente a ideia de que ambas as partes estão procurando por uma solução ganha-ganha. Ninguém gosta de sentir como se estivesse dando algo sem uma contrapartida da outra parte, em igual proporção de valor. De fato, a maioria dos conflitos surge porque uma das partes sente que a outra está levando alguma vantagem desproporcional. Um bom sistema de gestão de conflitos envolve um conjunto de práticas, que podem ser divididas em dois grandes grupos: práticas preventivas e corretivas.

Por sistema de gestão de conflitos entende-se: um conjunto de ações integradas de diagnóstico das fontes de conflito, bem como a aplicação de melhores práticas e metodologias colaborativas de prevenção e correção dos conflitos, visando gerar uma eficaz governança organizacional.

Ações preventivas objetivam criar condições ambientais favoráveis a minimização dos conflitos interpessoais, através da implementação de melhores práticas que resultam em acordos prévios fortemente negociados, em decisões estratégicas, táticas e operacionais, que envolvam os colaboradores e/ou as partes interessadas (stakeholders).

Ações corretivas são aquelas aplicadas quando o conflito já está estabelecido e resultam em um acordo negociado através da implementação da mediação ou conciliação. Na impossibilidade de obter-se um cordo, o conflito só poderá ser resolvido através de Arbitragem ou Justiça Estatal.

O tratamento inadequado de um conflito, no ambiente intra e inter-organizacional, poderá gerar violência, insubordinação e outras graves disfunções organizacionais. A chave para gerir conflitos e desenvolver as competências básicas necessárias para implementação de um bom sistema de gestão de conflitos.

Irani Cavagnoli

18 de jun. de 2012

Dormir de conchinha diminui o estresse

Ficar de conchinha com seu(sua) parceiro(a) é uma das formas mais relaxantes de dormir, não é mesmo? Mas você sabe o motivo?

Dormir de conchinha alivia o estresse e a culpa disso é dos hormônios. Segundo pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o nível de cortisol no sangue – o hormônio do estresse. Isso porque você se sente mais protegido e seguro quando dorme com alguém. Aí, o corpo, relaxado, não vê muito sentido em produzir tanto cortisol (hormônio liberado em situações de risco, quando o organismo fica em alerta, pronto para correr ou lutar contra o perigo).

Além de diminuir o estresse, dormir nesta posição também estimula a produção de ocitocina (liberado, principalmente, durante o sexo). A vantagem é que este hormônio combate inflamações e ajuda o sistema digestivo a funcionar melhor.

Tudo muito lindo, mas fica a pergunta: será que se sua companhia for do tipo que ronca muito, o resultado vai ser o mesmo?

Digo por experiência própria, xD: quando vamos dormir e meu marido me abraça, a sensação é mesmo essa, proteção, conforto, quentinho.. Mas e quando começam os roncos? Sim, incomoda muito, mas a solução é simples! Peço pra ele virar e invertemos os papéis, eu abraço ele. O ronco incomoda menos e acabamos dormindo bem da mesma forma, só que dessa vez quem tá "protegendo" sou eu e é uma sensação boa também! =)

Li no Mete a Colher, que pegou do Superinteressante
Imagem tirada do site Women's Health numa matéria interessante sobre Insônia


16 de set. de 2011

Jantar com a mulher

Estava revirando minhas pastas no e-mail e acabei achando esta mensagem, recebida já há algum tempo, mas ainda é válida, rs.
Na verdade, no assunto estava escrito "THTQPM" (Porque Homem Tem Que Pagar Motel), trata-se de um desabafo direcionado àqueles que dizem que a mulher TEM que dividir as contas quando os dois saem juntos. Fica aí nosso motivo para NÃO fazer isso! Não, não somos mesquinhas! Continuem tentando nos entender (se é que isso é possível, huahua).


Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam o que se passa nos bastidores.

Você, mulher, está flertando um Zé Ruela qualquer. Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor, um jantar. Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo 'Vamos jantar amanhã?'. Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais simples do mundo: 'Claro, vamos sim'.

6 de set. de 2011

Pra quem sempre dobra meu pára-quedas

Charles Plumb era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

- Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?

- Sim, como sabe?, perguntou Plumb.

- Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

- Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

"Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse 'Bom dia'? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:

- Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante.
Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual. Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.

Que tal a partir de hoje procurarmos nos dar conta de quem prepara nosso paraquedas de cada dia e agradecer-lhe? Ainda que não tenhamos as melhores palavras ou algo de importante a dizer, diga, ao menos, um “bom dia”, “obrigado”, “por favor”, de um sorriso...

As pessoas ao teu redor notarão esse gesto e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto. Todos precisamos uns dos outros... agradeça sempre!

Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples.
Um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um parabéns.

Portanto, obrigado a todos aqueles que de uma forma dobraram meus pára-quedas e que estiveram e estão comigo nesta grande aventura que é viver.

Autor desconhecido.

5 de set. de 2011

De onde vem os bebês? (Informaticamente falando)

Como contar aos filhos (dessa nova geração) a mais antiga das questões: "De onde vem os bebês?" Deletaram a Cegonha...

- Pai, como é que eu nasci?
- Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia. Aconteceu o seguinte:
Eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num chat desses da web, que existem para conversar.
O papai marcou um Interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos Plugados no banheiro dele. A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joystick do papai e, quando estava tudo pronto para a Transferência de Arquivo, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
Como era tarde demais para dar o Esc, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois, apareceu você... O Vírus...

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4 de set. de 2011

Qual lado do cérebro você usa mais?

Certamente você já viu esta imagem, mas nem em todos os lugares explicam o por que dela girar para um lado diferente quando estamos, por exemplo, fazendo uma conta ou cantando uma música. =)

Se você vê a mulher girando no sentido horário, significa que você está trabalhando mais o lado direito do cérebro. Se, no entanto, você a vê girar no sentido anti-horário, está utilizando mais o lado esquerdo do cérebro.

Faça a experiência.

Comecei vendo o giro no sentido horário. Quando começo a formular mentalmente questões matemáticas (que usam o lado racional do cérebro, o esquerdo), ela muda o sentido de giro para anti-horário. Se começo a cantar, nova mudança para o sentido horário (cantando você usa o lado direito, subjetivo, artístico).

O mais interessante nessa fórmula é que conseguimos ver o instante em que ela pára e muda o sentido de giro. E as alternâncias provocadas pelos focos em temas objetivos e subjetivos sempre funcionam conforme indicado lá em cima.

PS: Cuidado! Isso pode causar enjoo e uma baita dor de cabeça O.o'

O locutor de rádio ficou sem graça...

Aconteceu realmente numa rádio em São Paulo:

Locutor: - Quem fala?

Ouvinte: - É o Vicente.

Locutor: - De onde, Vicente?

Ouvinte: - Lapa!

Locutor: - Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e Hudson. Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se pode comer uma delas? Prestou bem atenção? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer. Dez segundos para responder.

Ouvinte: - CU BA!

Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo) Tá certo, senhor Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade. Mas aqui na minha ficha estava escrito JA PÃO...

Guias e Leis

1- GUIA PRÁTICO DA CIÊNCIA MODERNA:

1. Se mexer, pertence à Biologia.
2. Se feder, pertence à Química.
3. Se não funciona, pertence à Física.
4. Se ninguém entende, é Matemática.
5. Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
6. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA.

2- LEI DA PROCURA INDIRETA:

1. O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra.
2. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

3- LEI DA TELEFONIA:

1. Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga.
2. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados.
Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.

4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:

Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito menos em você...

5- LEI DA GRAVIDADE:

Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo, provavelmente você não está entendendo a gravidade da situação.

6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:

80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu, baseada no único livro que você não leu.

7- LEI DA QUEDA LIVRE:

1. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda, provoca mais destruição do que se o deixássemos cair naturalmente.
2. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.

8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:

A fila do lado sempre anda mais rápido.
Parágrafo único: Não adianta mudar de fila, a outra é sempre mais rápida.

9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:

Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.

10- LEI DO ESPARADRAPO:

Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai.

11- LEI DA VIDA:

1. Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
2. Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.

12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:

Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.

13- COISAS QUE NATURALMENTE SE ATRAEM:

Mãos e seios
Olhos e bunda
Nariz e dedo
Pobre e funk
Mulher e vitrines
Homem e cerveja
Queijo e goiabada
Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Moeda e carteira de pobre
Tornozelo e pedal de bicicleta
Jato de mijo e tampa de vaso
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e ponta de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dezembro na Globo e Roberto Carlos
Show do KLB e controle remoto (Para mudar de canal)
Chuva e carro trancado com a chave dentro

15 de abr. de 2011

Dá-lhe, professora!

Parabéns à professora pela sua presença de espírito!

Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações aos alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou morte de algum parente próximo.

Um engraçadinho que sentava no fundo da classe perguntou com aquele velho ar de cinismo:

- Dentre esses motivos, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?

A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente quer o silêncio fosse restabelecido. Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:

- Isso não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão.. ou, se não puder sentar-se, respondê-la em pé.

(Dizem que é fato verídico... O.o)